Descubra quais são os principais indicadores de desempenho logístico que todo gestor precisa acompanhar

  • Descubra quais são os principais indicadores de desempenho logístico que todo gestor precisa acompanhar

    Descubra quais são os principais indicadores de desempenho logístico que todo gestor precisa acompanhar

    Em toda a estrutura logística que envolve o processo de entregas, alguns fatores podem ser determinantes para o bom andamento da operação, gerando os resultados que se espera. Estes são os indicadores de desempenho logístico.

    Na posição de gestor da área, na qual é preciso repassar o balanço geral para os demais responsáveis, identificar quais Key Performance Indicators (KPIs) precisam de melhorias é algo fundamental.

    Por isso, preparamos uma lista com 6 principais indicadores de desempenho logístico que necessitam de acompanhamento constante. A fim de captar esses dados e analisar as deficiências e os pontos positivos de todo o contexto. Veja mais:

    Indicadores de desempenho logístico

    1. Índice de devoluções

    A refação das entregas pode se tornar uma grande dor de cabeça, caso não haja um controle apurado por parte da gestão. Por esse motivo, verifique os números de cada demanda e identifique o que pode ser ajustado, com o objetivo de evitar um trabalho desnecessário.

    1. Avarias no transporte

    Ter a segurança garantida em todo o processo de transporte é fundamental. A busca por ganho em produtividade não pode abrir chances para que hajam acidentes e/ou grandes perdas na qualidade final da carga. Assim, é importante trabalhar com sistemas de gestão de risco, que reduzam avarias na operação através de dicas e informações – sendo o maior diferencial nesse processo.

    1. Custo do transporte

    Diferente de outros setores, o nível de custos durante o transporte é elevado. O ideal é que se faça um acompanhamento preciso, com a margem de tempo reduzida. Para quem não possui a própria frota de entregas, essa tarefa pode ser ainda mais difícil, já que tanto o roteiro quanto o planejamento são feitos pela transportadora. Ter um sistema de rastreio individual é uma excelente forma de reduzir essa dependência.

    1. Tempo em trânsito

    O tempo gasto entre o pedido do cliente e a entrega final pode ser determinante na avaliação do que precisa ser melhorado. Afinal, um dos quesitos mais relevantes para o consumidor, assim como o preço de um produto, é o seu prazo de chegada. Esse KPI é mais conhecido como Order Cycle Time (OCT). O mesmo pode ser calculado fazendo a simples conta: data/hora do pedido – data/hora da entrega.

    1. Índice de eficiência

    Finalizando nossa lista com os principais indicadores de desempenho logístico, é preciso falar do índice de eficiência, mais conhecido como On-Time e In-Full (OTIF). Ele se baseia na produtividade ao cumprir os prazos determinados (On-Time) e os processos de atendimento (In- Full).

    Para identificar quando um pedido se enquadra no padrão OTIF, é necessário ter o registro do momento exato em que a solicitação foi realizada. Contando com a sua previsão de entrega, além da marcação sobre o cumprimento do cronograma.

    A fim de calcular o percentual real de OTIF dentro da operação, é preciso fazer o seguinte cálculo: entregas OTIF ÷ total de entregas * 100

    1. Programação de cargas

    A oferta de cargas para realização dos transportes também precisa de acompanhamento diferenciado. Para isso, adote ferramentas que indiquem quais transportadores estão mais aderentes ao processo em um determinado pico.

    Você precisa antever os problemas que podem surgir! Imagine uma transportadora que não possa atender a demanda da carga prevista. É preciso repassar para outra e ter um sistema que faça a oferta automaticamente, gerando um nível alto de eficiência e agilidade nos processos.

    Além de ficar atento a estes indicadores de desempenho logístico, também existem as boas práticas. Quando utilizadas, elas agregam ainda mais eficiência ao trabalho.

    Gestão de estoque: uma das boas práticas é atuar com a melhor gestão de estoque possível, levando em conta o lead time estabelecido e atuando no FIFO (o primeiro que entra deve ser o primeiro que sai) do armazém;

    Padrões de carregamento: destaca-se a atuação do centro de distribuição ao fazer o acompanhamento, em tempo real, dos caminhões que estão mais próximos e da previsão de chegada;

    Separação dos pedidos: é possível descobrir, através da interação em palestras e bate-papos, que atrasos ocorrem devido a forma como a carga é transportada no baú. Fazendo os ajustes, há possibilidades de reduzir a jornada do motorista em relação ao tempo de espera.

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