Novas tecnologias prometem reduzir custos e melhorar o gerenciamento da logística na cadeia do frio

  • Novas tecnologias prometem reduzir custos e melhorar o gerenciamento da logística na cadeia do frio

    Novas tecnologias prometem reduzir custos e melhorar o gerenciamento da logística na cadeia do frio

    Com produtos de validade curta – como carnes, medicamentos e insumos biológicos – a cadeia do frio persegue o erro zero, já que qualquer falha no processo pode estragar o que está sendo transportado ou armazenado.

    A busca por uma gestão eficiente encontra ainda mais soluções com as novas tecnologias dentro do segmento.

    A preocupação não é para menos. No trajeto de um alimento refrigerado – como um pacote de carne – desde o processamento até a gôndola do supermercado, passando por vários pontos de transbordo, fracionamento e composição de carga, é possível compreender os tipos de perda de qualidade devidos à falta de manutenção da temperatura adequada.

    O mesmo risco atinge a indústria farmacêutica, que processa e movimenta medicamentos (vacinas, hormônios e drogas sensíveis às mudanças de temperatura).

    Soma-se a isso o cenário econômico, a busca por uma gestão mais assertiva e a utilização de novas tecnologias para operações sob controle.Para oferecer a melhor experiência para os parceiros, os Operadores Logísticos devem ter cuidado especial com esse tipo de mercadoria, se reinventando sempre para garantir competitividade.

    A tecnologia RFID apresenta resultados interessantes na cadeia do frio, pois permite monitorar cargas, identificar, rastrear e gerenciar desde produtos e documentos até animais ou indivíduos, sem contato, nem a necessidade de um campo visual.

    Igualmente os frigoríficos podem utilizar a etiqueta RFID para monitorar a temperatura dos produtos perecíveis durante a entrega e assegurar que estejam em perfeitas condições de consumo.

    A integração de processos de rastreamento de cargas via RFID com sistemas de gestão de armazéns WMS já é realidade em empresas de grande porte.

    Inovações

    O constante aprimoramento tecnológico também afeta as atividades no setor. Inovações em softwares de gestão (TMS/WMS) para melhorar a rastreabilidade dos produtos, desde sua origem, passando pela armazenagem, até sua distribuição final, o que garante a qualidade das soluções ofertadas.

    Especialmente na logística hospitalar, é o uso intensivo de equipamentos de automação e de robôs, integrados em rede, gerando resultados expressivos nos volumes produzidos, além de possibilitar uma visão global de todos os processos.

    Além de tecnologias mais complexas, os Operadores Logísticos aplicam ferramentas mais simples, porém eficientes, como inversores de frequência, que são aparelhos que controlam a potência do motor no compressor.

    Gestão das tecnologias

    Com a utilização de tecnologias e automação, espera-se que as instituições de saúde, por exemplo, aumentem os níveis de controle no uso e na aquisição de materiais médicos hospitalares, medicamento e outros insumos, reduzindo custo sem perda de qualidade na segurança dos pacientes.

    Além disso, oferecem um suporte maior e melhor para as tomadas de decisão nas atividades do dia a dia.

    Fiscalização

    Vale lembrar que o transporte, o manuseio e a armazenagem de produtos farmacêuticos e insumos para saúde no Brasil estão sobre ordenamento e controle da Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que repassa parte dessas atividades de fiscalização aos congêneres estaduais e municipais.

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